Posted by: kohlerortofacial | December 20, 2016

Melhorando a plasticidade facial sem bisturi

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“A fórmula mágica da eterna juventude não existe, mas, hoje, só envelhece, à moda antiga, quem se descuida” –  Rolando Zani, Cirugião-Plástico.

De acordo com o médico cirurgião plástico Rolando Zani – professor e autor de livros em sua especialidade – “quando uma pessoa não está satisfeita com alguma parte de seu corpo, pode sentir uma ruptura do seu equilíbrio psicológico, o que vai acarretando, aos poucos, uma diminuição de sua auto-imagem”.
Ainda segundo o especialista, “em se tratando de falta de harmonia dos componentes do rosto, os resultados cirúrgicos costumam ser mais rápidos, proporcionando melhoras logo perceptíveis”. Informa ele ainda que os métodos não cirúrgicos – e aqui incluímos os recursos ortodônticos, que tem a capacidade de alterar a estrutura interna de sustentação do aspecto externo do rosto – são mais lentos, mas sua eficiência e durabilidade vem aumentando cada vez mais.
O professor Gerson Köhler, docente-convidado da área de pós-graduação da UFPR – Universidade Federal do Paraná desde 1988, afirma que um tratamento ortodôntico (na verdade corretivo dentofacial), seja em crianças, adolescentes ou adultos, embora tenha sempre um tempo de duração um pouco mais longo, costuma trazer benefícios substanciais à plasticidade (leia-se ‘melhoria da harmonia e beleza do rosto como um todo) facial.
Juarez Köhler, especialista associado a Köhler Ortofacial, em Curitiba, explica que isto – a melhoria externa da plasticidade e estética facial – ocorre por duas razões óbvias.
Young woman touching her face isolated on white background
A primeira, pelo fato de que a capacidade de plasticidade óssea (que nunca é perdida, mesmo depois de adulto) faz parte integrante da estrutura interna de mais de um terço do rosto (a chamada região dentofacial), região em que estão os dentes em suas respectivas arcadas ósseas, superior e inferior) pode ser alterada, não cirurgicamente, criando harmonia, estética e beleza para o rosto como um todo e não apenas e tão-somente para o sorriso.
A segunda razão é que o rosto deve ser interpretado, segundo princípios arquitetônicos, como a expressão visível (externa) de toda uma estrutura interna (óssea/esquelética e de posicionamento dos dentes) que, para tal, precisa estar de acordo com parâmetros corretos e harmoniosos de interrelação entre as partes.
Gerson Köhler, citando ainda o professor Zani, especialista em cirurgia plástica – e autor do livro “Plástica, quando e por quê” – informa que, salvo exceções devidas a questões traumáticas injuriosas, as intervenções cirúrgicas plásticas faciais e também os tratamentos corretivos dentofaciais (ortodônticos, via aparelhos intrabucais) costumam ser eletivas, isto é, escolhidas em momento e ocasião determinados pelos pacientes.
Os especialistas da Köhler Ortofacial explicam que isto – o momento da escolha por tratar-se – costuma gerar, nos adultos que buscam por estas modalidades de tratamentos faciais – sejam cirúrgicos e/ou não cirúrgicos – um nível de expectativas a respeito do resultado final e das melhoras estéticas a serem alcançadas.blog_iza_zilli-500-dr-gerson
ou ortodontia corretiva – é preciso que se tenha, já a partir da anamnese e exame clínico inicial, uma percepção – a mais real possível – dos níveis de expectativa de cada paciente, dos anseios por mudanças estéticas faciais por eles trazidos. A este respeito, aduzem, ainda os especialistas, que nem sempre as expectativas dos pacientes se adequam àquilo que efetivamente pode ser feito em termos de mudanças da harmonia e da estética faciais. E isto, explica Juarez Köhler, precisa ser corretamente explicado aos pacientes antes do início do tratamento desejado. Estudos científicos confirmam que, estatisticamente  – principalmente em cirurgias estéticas – dois em cada 10 pacientes costumam não ficar inteiramente satisfeitos com os resultados finais alcançados.
Isto se reveste de muita seriedade – no entender dos especialistas da Köhler Ortofacial – e a expectativa de cada paciente deve ser muito bem identificada previamente e as reais possibilidades explicadas a ele antes dos tratamentos serem levados a efeito.blog_iza_zilli-566-doc-gerson
Gerson Köhler traz à luz nesta problemática, que existem pessoas portadoras da chamada ‘síndrome da dismorfia corporal’ que explica como sendo um transtorno psicológico que faz com que o indivíduo se incomode profundamente com ‘defeitos corporais’ às vezes até imaginários ou triviais de seu corpo e – principalmente – de seu rosto.
Estas pessoas, quando buscam por tratamentos – sejam cirúrgicos e/ou não-cirúrgicos, como é o caso da Ortodontia – tenham níveis de expectativa muitas vezes irreais sobre as reais possibilidades de melhoria que o tratamento procurado possa, efetivamente, trazer.
Este tipo de paciente – que normalmente pode ter pensamentos até obsessivos sobre as melhorias corporais/faciais que deseja para si – precisa ser muito bem interpretado pelo especialista que for prescrever tratamentos de harmonização corporal/facial. Isto é fundamental para evitar quebras de expectativas após o(s) tramento(s) realizado(s).
Concluem os especialistas que este – o transtorno psicológico da dismorfia corporal – afeta 2 a 3% da população e que começa a se fazer presente  na adolescência, afetando tanto mulheres quanto homens de forma aproximadamente igual. Existe, nestas pessoas, uma preocupação excessiva com a aparência. E estes transtornos, criados talvez em função da ditadura dos padrões de beleza impostos pela mídia, tendem a se tornar progressivamente epidêmicos, isto é, generalizar-se cada vez mais.
Para os especialistas da Köhler Ortofacial, as causas deste transtorno da Síndrome da Dismorfia Corporal  ainda são desconhecidas, mas já se sabe que costumam estar relacionadas a elementos sociais, culturais e até a eventuais desequilíbrios da psiquê.
Finalizando, informam os especialistas Juarez e Gerson Köhler, que a Ortodontia, a especialidade odontológica mais antiga (a primeira, na verdade) tem a capacidade de transformar a qualidade de harmonia e beleza facial, harmonizando-a a partir do sorriso. Os resultados costumam ser semelhantes aos de uma cirurgia plástica, mas efetuada sem o uso de bisturis e cortes.
Portanto, se você está insatisfeito(a) com a harmonia de seu rosto e/ou de seu sorriso, procure pelos especialistas que tratam destas questões.
Seguramente, sua auto-imagem, auto-estima, bem-estar e qualidade de vida serão potencializados com esta decisão.
Decida-se, não postergue pois a vida passa rápida demais.
 Fontes consultadas:
– Gerson I. Köhler e Juarez F.W. Köhler são membros especialistas da ABOR – Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial, entidade ligada internacionalmente à WFO – World Federation of Orthodontists, nos EUA.
– Plástica – Quando? Por quê? – Rolando Zani, Editora Manole. 2001
– Plastic surgery combined with orthodontic and orthognatic procedures. Em: ncbi.nih.gov/pubmed/15356492
– Effect of dental/oclusal vertical dimension on lip position at smile. J. Prosthet Dent. 2014, Sep
– Prevalence of Body Dismorphic Disorder and Surgeon Diagnostic Accuracy in Facial Plastic and Occuloplastic Surgery Clinics. Jama Facial Pastic Surg. 2016, Dec
– Transtorno Dismórfico Corporal. Em www.psiqweb.med.br 2016
– Facial Rejuvenation: Combining Cosmeceuticals with Cosmetic Procedures. Cutis, 2014. Sep
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dr-gerson

O procedimento terapêutico denominado Oralift, criado pelo inglês Nick Mohindra, veio para tornar-se – definitivamente – uma forma de proporcionar um rejuvenescimento facial através da Odontologia.

A Odontologia sempre soube que – em termos de região dentofacial, de boca e de sorriso – era capaz de criar melhorias em harmonia, funcionalidade e beleza na face de seus pacientes, fazendo-os parecer estar rejuvenescidos. Isto sempre foi sabido em Odontologia, tanto pelos profissionais quanto pelos pacientes.

Mas, o atual procedimento chamado de Oralift – que já estamos prescrevendo para nossos pacientes aqui em Curitiba, sempre após uma criteriosa avaliação inicial do rosto e da região dentofacial – está revolucionando a questão de melhorar o aspecto externo do rosto sem a utilização de procedimentos cirúrgicos.

O Oralift pode ser associado, na verdade, a procedimentos médicos estéticos e plásticos para potencializar resultados que permitam um aspecto de rejuvenescimento facial em sua melhor forma possível.

Dra. Daniela Soave, médica odontoiatra em Firenze (Florença) – Itália, discípula do Prof. Nick Mohindra, faz algumas importantes considerações no site de sua clínica. Dra. Soave é uma médica muito conhecida não somente na Itália, como em toda a Europa.

Vamos apreciar o que a médica Dra. Daniela Soave informa sobre a utilização deste novo e revolucionário método de permitir uma espécie de ‘lifting’ não cirúrgico ao rosto, redefinindo suas formas externas e proporcionando um aspecto rejuvenescido ao mesmo.

Diz ela (Dra. Daniela Soave, de Firenze, Italia, cujo site recomendamos – a quem estiver interessado – pesquisar):

A invenção do dispositivo (que é utilizado de forma intrabucal) chamado ORALIFT abre novos horizontes tanto à Medicina Estética quanto à Odontologia Estética para – sem utilização de anestesia geral e procedimentos cirúrgicos invasivos , sem envolvimentos com dores e hematomas pós-cirúrgicos – proporcionar aos pacientes (as mulheres são as que mais procuram esta terapia rejuvenescedora facial) um aspecto facial naturalmente rejuvenescido e luminoso em sua aparência.

O ORALIFT permite às pessoas com o rosto já em processo de envelhecimento progressivo um retorno a um aspecto rejuvenescido. Permite ainda, a pacientes mais jovens (na casa dos 35 a 40 anos) uma excelente forma de prevenção do envelhecimento.

O ORALIFT tem a capacidade (e isto já ficou demonstrado em artigos científicos de Nick Mohindra – publicados no renomado periódico científico da área odontológica Brithish Dental Journal) de fazer retornar e manter o famoso ‘triângulo da beleza’ do rosto, que, na juventude tem a sua base na linha dos olhos e o seu ápice na ponta do queixo. Quando o rosto envelhece, este triângulo fica invertido, com a base para baixo, o que demonstra o processo de envelhecimento facial, principalmente com a flacidez e queda da musculatura das bochechas.

Não existe praticamente nenhuma contra-indicação para o uso do ORALIFT. Veja o que os pacientes de Dra. Daniela Soave, de Firenze, Itália, mencionam sobre a melhoria de seu aspecto e expressão facial. Dizem eles – e isto é comprovado com registros fotográficos de ‘antes-e-depois’ – que:

– ocorre uma redução das rugas do rosto, tanto ao redor da boca quanto dos olhos:

– a musculatura facial retoma o seu tônus normal, firme e de aspecto jovial;

– ocorre uma redução das bolsas que se localizam logo abaixo dos olhos;

– ocorre uma melhoria significativa na pele do rosto, deixando-a mais luminosa e radiante;

– os próprios olhos parecem ficar com mais brilho;

– percebe-se uma melhoria da musculatura e pele da região do pescoço.

Enfim, há pacientes que dizem sentir a sensação de estarem cerca de 10 a 15 anos mais remoçados. E isto de forma natural quanto ao aspecto geral e contornos do rosto.

Se desejar, agende uma consulta para saber mais sobre este procedimento odontológico – ORALIFT – que traz novas possibilidades à ciência e arte de fazer com que o rosto possa ter um aspecto rejuvenescido.

Juarez F. W. Köhler e Gerson I. Köhler – 41.3224.4883 – kohler010@gmail.com – juarezkohler@gmail.com

kohlerortofacial.wordpress.comkohlerortofacial.com.br

dr-gerson

O procedimento terapêutico denominado Oralift, criado pelo inglês Nick Mohindra, veio para tornar-se – definitivamente – uma forma de proporcionar um rejuvenescimento facial através da Odontologia.

A Odontologia sempre soube que – em termos de região dentofacial, de boca e de sorriso – era capaz de criar melhorias em harmonia, funcionalidade e beleza na face de seus pacientes, fazendo-os parecer estar rejuvenescidos. Isto sempre foi sabido em Odontologia, tanto pelos profissionais quanto pelos pacientes.

Mas, o atual procedimento chamado de Oralift – que já estamos prescrevendo para nossos pacientes aqui em Curitiba, sempre após uma criteriosa avaliação inicial do rosto e da região dentofacial – está revolucionando a questão de melhorar o aspecto externo do rosto sem a utilização de procedimentos cirúrgicos.

O Oralift pode ser associado, na verdade, a procedimentos médicos estéticos e plásticos para potencializar resultados que permitam um aspecto de rejuvenescimento facial em sua melhor forma possível.

Dra. Daniela Soave, médica odontoiatra em Firenze (Florença) – Itália, discípula do Prof. Nick Mohindra, faz algumas importantes considerações no site de sua clínica. Dra. Soave é uma médica muito conhecida não somente na Itália, como em toda a Europa.

Vamos apreciar o que a médica Dra. Daniela Soave informa sobre a utilização deste novo e revolucionário método de permitir uma espécie de ‘lifting’ não cirúrgico ao rosto, redefinindo suas formas externas e proporcionando um aspecto rejuvenescido ao mesmo.

Diz ela (Dra. Daniela Soave, de Firenze, Italia, cujo site recomendamos – a quem estiver interessado – pesquisar):

A invenção do dispositivo (que é utilizado de forma intrabucal) chamado ORALIFT abre novos horizontes tanto à Medicina Estética quanto à Odontologia Estética para – sem utilização de anestesia geral e procedimentos cirúrgicos invasivos , sem envolvimentos com dores e hematomas pós-cirúrgicos – proporcionar aos pacientes (as mulheres são as que mais procuram esta terapia rejuvenescedora facial) um aspecto facial naturalmente rejuvenescido e luminoso em sua aparência.

O ORALIFT permite às pessoas com o rosto já em processo de envelhecimento progressivo um retorno a um aspecto rejuvenescido. Permite ainda, a pacientes mais jovens (na casa dos 35 a 40 anos) uma excelente forma de prevenção do envelhecimento.

O ORALIFT tem a capacidade (e isto já ficou demonstrado em artigos científicos de Nick Mohindra – publicados no renomado periódico científico da área odontológica Brithish Dental Journal) de fazer retornar e manter o famoso ‘triângulo da beleza’ do rosto, que, na juventude tem a sua base na linha dos olhos e o seu ápice na ponta do queixo. Quando o rosto envelhece, este triângulo fica invertido, com a base para baixo, o que demonstra o processo de envelhecimento facial, principalmente com a flacidez e queda da musculatura das bochechas.

Não existe praticamente nenhuma contra-indicação para o uso do ORALIFT. Veja o que os pacientes de Dra. Daniela Soave, de Firenze, Itália, mencionam sobre a melhoria de seu aspecto e expressão facial. Dizem eles – e isto é comprovado com registros fotográficos de ‘antes-e-depois’ – que:

– ocorre uma redução das rugas do rosto, tanto ao redor da boca quanto dos olhos:

– a musculatura facial retoma o seu tônus normal, firme e de aspecto jovial;

– ocorre uma redução das bolsas que se localizam logo abaixo dos olhos;

– ocorre uma melhoria significativa na pele do rosto, deixando-a mais luminosa e radiante;

– os próprios olhos parecem ficar com mais brilho;

– percebe-se uma melhoria da musculatura e pele da região do pescoço.

Enfim, há pacientes que dizem sentir a sensação de estarem cerca de 10 a 15 anos mais remoçados. E isto de forma natural quanto ao aspecto geral e contornos do rosto.

Se desejar, agende uma consulta para saber mais sobre este procedimento odontológico – ORALIFT – que traz novas possibilidades à ciência e arte de fazer com que o rosto possa ter um aspecto rejuvenescido.

Juarez F. W. Köhler e Gerson I. Köhler – 41.3224.4883 – kohler010@gmail.com – juarezkohler@gmail.com

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Posted by: kohlerortofacial | November 28, 2016

Idosos são beneficiados com o uso de aparelho ortodôntico

erceira idade é o termo utilizado para representar a população de indivíduos com mais de 60 anos de idade. O número de idosos cresce de maneira significativa graças aos avanços na medicina, na tecnologia e na melhora das condições de vida e de trabalho. “A expectativa de vida aumentou e muito e as pessoas buscam viver melhor e com mais saúde para aproveitar esta fase especial”, destaca o especialista em Ortodontia e Ortopedia facial Gerson Köhler, integrante da equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial em Curitiba (PR).

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Prof. Dr. Gerson I. Köhler, membro especialista da ABOR – Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial, entidade vinculada internacionalmente à WFO -World Federation of Orthodontists – EUA
Assim como em qualquer idade, os idosos não devem deixar de lado os cuidados com a boca, os dentes e todas as estruturas relacionadas à área bucal. Também é preciso ficar de olho nos hábitos de vida. “Alimentação inadequada, fumo, ingestão em excesso de bebidas alcoólicas afetam a saúde bucal. A existência de doenças sistêmicas, como problemas cardiovasculares, diabetes e câncer, e o uso de medicamentos são outros fatores que influenciam as condições da boca. Procurar um profissional especializado é imprescindível”, afirma Gerson.

O tratamento em pacientes idosos é diferente dos mais jovens, pois eles possuem alterações no tecido ósseo que sustenta os dentes e podem apresentar perdas dentárias, extensas restaurações e várias próteses ou implantes dentários. “O tratamento ortodôntico é eficaz para a reabilitação bucal. É fundamental que o profissional leve em consideração as motivações e as necessidades do paciente, além dos fatores que podem causar limitações no tratamento”, aponta Juarez Köhler, ortodontista e ortopedista facial que também compõe a equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial.

O tratamento ortodôntico é indicado para a correção das anomalias dentofaciais e, com as estratégias corretas, os resultados são surpreendentes e muito satisfatórios nas partes estética e funcional. “A intervenção em idosos deve ser mais suave e o aparelho deve exercer uma força menor sob os dentes. Quanto mais simples forem os procedimentos, mais fácil será lidar com o paciente e administrar todo o processo. É essencial elaborar um planejamento detalhado, com objetivos claros e dar todas as orientações necessárias para o paciente”, enfatiza Juarez.

Gerson observa que os idosos tem menos paciência, por isso o uso do aparelho ortodôntico não deve ser muito prolongado. A pouca tolerância é apenas um dos desafios enfrentados neste processo. A falta de motivação, a presença de enfermidades e o uso de remédios contínuos são obstáculos que não devem ser menosprezados. “A quantidade de osso alveolar também pode dificultar a movimentação dos dentes. Mesmo assim, com boa vontade e as técnicas certas é possível superar as barreiras”, acredita o ortodontista, especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares.

O uso do aparelho ortodôntico pode visar à distribuição equilibrada dos dentes na boca, a adequação de espaços causados por perdas dentárias para o recebimento de prótese ou implante e até a resolução de traumas oclusais. A correção das anomalias dentofaciais facilitam a higienização bucal, evitando a proliferação das bactérias que causam a gengivite e a doença periodontal. “Os aparelhos estão cada vez mais modernos e discretos. Alguns modelos imitam a cor dos dentes, ficando praticamente imperceptíveis, outros, em casos seletos, podem ser colocados no lado interno, não ficando expostos”, acrescenta Juarez.

O envelhecimento precoce do rosto ocorre principalmente pelas alterações funcionais causadas pelas anomalias dentofaciais. A respiração incorreta, por exemplo, realizada pela boca e não pelo nariz, provoca distúrbios do sono e envelhecem a face. “Com as correções, o rosto fica mais harmonioso e o paciente tem a sensação que rejuvenesceu alguns anos, elevando a sua auto-estima e contribuindo para o seu bem-estar”, declara Gerson, professor convidado desde 1988 da pós-graduação em Ortodontia da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Fonte: Paraná Shop

Posted by: kohlerortofacial | November 7, 2016

Dormir bem não é um sonho

Odontologia, em conjunto com a Medicina do Sono, atua no tratamento dos distúrbios obstrutivos do sono, problemas que afetam um percentual significativo da população mundial. E não só adultos, mas também crianças.

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De acordo com a Associação Mundial de Medicina do Sono, 45% da população mundial sofre com algum problema relacionado ao sono. Insônia, sonolência diurna, síndrome das pernas inquietas, sonambulismo, ronco e apnéia são alguns dos males mais comuns. Além de prejudicar o sono, estes distúrbios afetam a saúde geral do organismo. Este período de descanso é fundamental para o organismo, pois é o momento em que os órgãos se recuperam do esforço realizado, a memória se consolida, o sistema nervoso central amadurece e ocorrem as funções ligadas ao metabolismo anabólico.

O ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, com atuação – de forma interdisciplinar – no tratamento  dos distúrbios obstrutivos do sono, explica que passamos um terço da vida dormindo e este é responsável pela qualidade de vida dos dois terços que passamos acordados. “Estes distúrbios aumentam o risco de doenças crônicas, como obesidade, hipertensão e problemas cardiovasculares. O mais perigoso é a apnéia obstrutiva do sono, caracterizada pela interrupção da respiração durante alguns segundos em episódios que se repetem durante toda a noite”, ressalta.

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A apnéia obstrutiva do sono reduz a oxigenação do cérebro, impede a progressão do sono para as suas fases mais profundas e provoca sintomas – além dos cardiovasculares – tais como depressão, ansiedade, impotência sexual, sudorese noturna, dores de cabeça e redução da libido. “A entrada de ar pode ser interrompida totalmente ou o seu fluxo ser reduzido de 30% a 50%. Sem o tratamento adequado, as consequências da apnéia podem – inclusive – causar a morte do indivíduo”, destaca Juarez Köhler, especialista em Ortodontia e Ortopedia facial e membro da Associação Brasileira de Sono.

Os dois profissionais esclarecem que vários fatores podem ser responsáveis pelo desencadeamento dos distúrbios. As principais causas são flacidez na musculatura da garganta e da boca, hipertrofia das amídalas, sinusite, rinite, desvio do septo nasal, obstruções nasais, queixo retraído, palato mole e o envelhecimento. “Outras causas aumentam as chances da apnéia surgir, como a obesidade, o uso de medicamentos para dormir, consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo, refluxo esofágico, ingestão em excesso de comida antes de deitar, pescoço curto e grosso e envelhecimento”, observa Gerson.

O ronco é o sintoma que denuncia a presença da apnéia. O barulho, que incomoda quem dorme ao lado, é causado pelo estreitamento ou obstrução das vias respiratórias superiores. O ar tem dificuldade para passar no canal mais estreito, provocando a vibração das estruturas. “O diagnóstico é realizado com o suporte da polissonografia, uma avaliação que verifica diversos parâmetros do corpo durante o sono. O exame apresenta informações sobre os batimentos cardíacos, o esforço respiratório, os potenciais elétricos da atividade cerebral e a saturação de oxigênio no sangue”, aponta Juarez.

O tratamento dos distúrbios do sono é personalizado, isto é, depende da gravidade do caso de cada paciente. As indicações são uso de respiradores artificiais, cirurgia, utilização do CPAP – uma espécie de máscara de ar, e o uso de aparelho intrabucal – uma órtese que libera a passagem de ar pela orofaringe –  durante a noite. “O dispositivo bucal é a estratégia mais discreta e sua eficácia é comprovada. Ele facilita a passagem do fluxo de ar em direção aos pulmões e a adaptação é mais fácil. Todo o tratamento deve ser feito em parceria entre os profissionais da Medicina do Sono e da Odontologia do Sono”, evidencia Gerson.

 

Distúrbios do sono podem atingir crianças

Não existe idade para ser acometido pelos distúrbios do sono. Na infância, os prejuízos à saúde são ainda mais preocupantes informa o especialista Gerson Köhler. A interrupção da respiração e a fragmentação do sono afeta a liberação do hormônio do crescimento e o crescimento corporal – e facial – pode ficar alterado.

“As anomalias dentofaciais, que afetam a boca e todo o seu conteúdo, também estão diretamente ligada aos distúrbios do sono, por causa da respiração bucal que se instala . Independente da idade, é imprescindível ficar atento aos sintomas e buscar ajuda especializada”, enfatiza Juarez Köhler, da equipe clínica da Köhler Ortofacial.

 

Os pais de crianças devem ficar atentos aos sintomas noturnos e diurnos relacionados aos distúrbios do sono.

 

Sintomas noturnos:

– Roncos;

– Posições inadequadas ao dormir;

– Boca aberta com salivação;

– Dificuldade para acordar;

– Queixas de cansaço ao levantar da cama;

– Despertares frequentes durante a noite;

– Insônia;

– Enxaquecas;

– Movimentos excessivos de braços e pernas;

– Sonambulismo, falar durante o sono e terror noturno;

– Interrupções da respiração durante o sono;

 

Sintomas diurnos:

– Dores de cabeça matinais;

– Respiração bucal;

– Rosto com ar de cansado;

– Olheiras;

– Sonolência;

– Fadiga;

– Problemas comportamentais, como hiperatividade, agressividade e irritabilidade;

– Dificuldades de concentração e aprendizado;

– Desempenho escolar ruim;

– Problemas de memória.

 

No caso das crianças, uma das intervenções mais importantes é o retreinamento da respiração. O ar deve entrar pelo nariz e ser expirado pela boca.

As questões anatômicas do rosto infantil devem ser consideradas no diagnóstico dos distúrbiosdo sono para que o problema seja terapeuticamente bem administrado. “O tratamento é interdisciplinar e conta com a atuação de ortodontistas, ortopedistas faciais, otorrinopediatras, pediatras, fonoaudiólogos mioterapeutas e médicos do sono”, acrescenta o Professor Gerson.

 

Fontes:

Juarez Köhler e Gerson I. Köhler são especialistas membros da ABOR – Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial, entidade vinculada internacionalmente a WFO – World Federation of Orthodontists, EUA e também à Sociedade Brasileira de Sono.

 

Clínical update sleep: year in review 2015-2016, Journal of Thoracic Disease, 2016 Feb

 

Orthodontics treatments for managing obstrutive sleep apnea syndrome in children: A systematic review and meta-analysis. Sleep Med Rev, 2016, Feb

 

Craniofacial and upper airway morphology in pediatric sleep-disordered breathing: Systematic review and meta-analysis. Am J Orthod Dentofacial Orthop 2013, Jan

 

 

Posted by: kohlerortofacial | November 7, 2016

Idosos são beneficiados com o uso de aparelho ortodôntico

Terceira idade é o termo utilizado para representar a população de indivíduos com mais de 60 anos de idade. O número de idosos cresce de maneira significativa graças aos avanços na medicina, na tecnologia e na melhora das condições de vida e de trabalho. “A expectativa de vida aumentou e muito e as pessoas buscam viver melhor e com mais saúde para aproveitar esta fase especial”, destaca o especialista em Ortodontia e Ortopedia facial Gerson Köhler, integrante da equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial em Curitiba (PR).

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Prof. Dr. Gerson I. Köhler, membro especialista da ABOR – Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial, entidade vinculada internacionalmente à WFO -World Federation of Orthodontists – EUA

Assim como em qualquer idade, os idosos não devem deixar de lado os cuidados com a boca, os dentes e todas as estruturas relacionadas à área bucal. Também é preciso ficar de olho nos hábitos de vida. “Alimentação inadequada, fumo, ingestão em excesso de bebidas alcoólicas afetam a saúde bucal. A existência de doenças sistêmicas, como problemas cardiovasculares, diabetes e câncer, e o uso de medicamentos são outros fatores que influenciam as condições da boca. Procurar um profissional especializado é imprescindível”, afirma Gerson.

O tratamento em pacientes idosos é diferente dos mais jovens, pois eles possuem alterações no tecido ósseo que sustenta os dentes e podem apresentar perdas dentárias, extensas restaurações e várias próteses ou implantes dentários. “O tratamento ortodôntico é eficaz para a reabilitação bucal. É fundamental que o profissional leve em consideração as motivações e as necessidades do paciente, além dos fatores que podem causar limitações no tratamento”, aponta Juarez Köhler, ortodontista e ortopedista facial que também compõe a equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial.

O tratamento ortodôntico é indicado para a correção das anomalias dentofaciais e, com as estratégias corretas, os resultados são surpreendentes e muito satisfatórios nas partes estética e funcional. “A intervenção em idosos deve ser mais suave e o aparelho deve exercer uma força menor sob os dentes. Quanto mais simples forem os procedimentos, mais fácil será lidar com o paciente e administrar todo o processo. É essencial elaborar um planejamento detalhado, com objetivos claros e dar todas as orientações necessárias para o paciente”, enfatiza Juarez.

Gerson observa que os idosos tem menos paciência, por isso o uso do aparelho ortodôntico não deve ser muito prolongado. A pouca tolerância é apenas um dos desafios enfrentados neste processo. A falta de motivação, a presença de enfermidades e o uso de remédios contínuos são obstáculos que não devem ser menosprezados. “A quantidade de osso alveolar também pode dificultar a movimentação dos dentes. Mesmo assim, com boa vontade e as técnicas certas é possível superar as barreiras”, acredita o ortodontista, especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares.

O uso do aparelho ortodôntico pode visar à distribuição equilibrada dos dentes na boca, a adequação de espaços causados por perdas dentárias para o recebimento de prótese ou implante e até a resolução de traumas oclusais. A correção das anomalias dentofaciais facilitam a higienização bucal, evitando a proliferação das bactérias que causam a gengivite e a doença periodontal. “Os aparelhos estão cada vez mais modernos e discretos. Alguns modelos imitam a cor dos dentes, ficando praticamente imperceptíveis, outros, em casos seletos, podem ser colocados no lado interno, não ficando expostos”, acrescenta Juarez.

O envelhecimento precoce do rosto ocorre principalmente pelas alterações funcionais causadas pelas anomalias dentofaciais. A respiração incorreta, por exemplo, realizada pela boca e não pelo nariz, provoca distúrbios do sono e envelhecem a face. “Com as correções, o rosto fica mais harmonioso e o paciente tem a sensação que rejuvenesceu alguns anos, elevando a sua auto-estima e contribuindo para o seu bem-estar”, declara Gerson, professor convidado desde 1988 da pós-graduação em Ortodontia da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Fonte: Paraná Shop

Posted by: kohlerortofacial | October 11, 2016

ZUMBIDO E BRUXISMO ASSOCIADOS? SAIBA MAIS.

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Zumbido (em inglês chamado ‘tinnitus’) e bruxismo (apertamento dos dentes entre si) costumam estar associados.

Em recente artigo do renomado periódico cientifico Arquivos Internacionais de Otorrinolaringologia são abordados os sinais e sintomas associados à otalgia (dor nos ouvidos) nos pacientes portadores de disfunção craniofacial, também conhecida como disfunção craniomandibular ou temporomandibular.

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Segundo Gerson I. Köhler, membro especialista da ABOR – Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial, filiada internacionalmente à World Federation of Orthodontists – WFO – USA – estas questões – otalgia e disfunção craniofacial – são pertinentes a um só tempo tanto a Medicina quanto à Odontologia e vem sendo estudadas há quase um século.

O médico otorrinolaringogista James Costen identificou a síndrome que reunia sinais e sintomas tanto provenientes dos ouvidos quando das ATMs (articulações temporomandibulares – que ligam a mandíbula ao crânio, bem ao lado dos ouvidos) e seus anexos neuromusculares.

Juarez Köhler, membro associado da Köhler Ortofacial/Ortodontia e Ortopedia Facial, informa que esta síndrome ficou conhecida com o nome do próprio médico (Síndrome de Costen) e faz parte – com as atualizações científicas que se somaram mais recentemente às explicações do quadro clínico – tanto da atividade de médicos otorrinolaringologistas/otoneurologistas quanto de odontologistas que tratam a disfuncionalidade craniofacial em seus sinais e sintomas desconfortantes e em suas associações com doenças de outras especialidades médicas.

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Para Gerson I. Köhler os sintomas mais frequentemente associados – a um só tempo – com a otalgia e a disfunção craniofacial são: percepção de sons articulares (ruídos percebidos nas ATMs em movimentos da boca), plenitude auricular (sensação de ouvidos tapados, semelhante a quando se desce a serra rumo ao litoral), tonturas e/ou vertigens e o sempre preocupante zumbido. Segundo o entender dos especialistas, a disfuncionalidade craniofacial – DCF – (também conhecida como disfunção temporomandibular – DTM – não costuma ser uma entidade nosológica única, constituindo-se por ser um conjunto de doenças que podem afetar não apenas as articulações temporomandibulares (as conhecidas ATMs), mas também as áreas externas – adjacentes ou não – às mesmas. E como existe a proximidade anatômica das ATMs e ouvidos – estão situadas anatomicamente praticamente juntas, uma ao lado da outra – muitos pacientes queixam-se de sintomas auditivos associados à dor e disfunção das ATMs e seus anexos neuromusculares (a musculatura que movimenta a mandíbula, que dá ação às funções da boca) sob várias formas: ruídos (geralmente estalos), crepitação (quanto ocorre atrito entre as partes das articulações, algo semelhante ao som de ‘pisar na areia molhada’ ou ‘amassar papel celofane’) e – entre outras – dificuldades em movimentos da boca (tanto para abrir quanto para fechar).

Estes sinais e sintomas, que podem apresentar-se junto com outros que ‘parecem’ ser dos ouvidos, podem ainda irradiar-se para várias áreas da cabeça e do pescoço, tais como a região das têmporas, a região occipital (na parte de trás do crânio, próxima à nuca), frontal (testa), cervical (pescoço) e pré-auricular (região imediatamente antes do canal auditivo).

Para Juarez Köhler, as queixas percebidas nos ouvidos – nesta síndrome – podem ser expressas pelo paciente como otalgia (dor de ouvido), plenitude nos ouvidos (sensação de tamponamento), tonturas ou vertigens, sensação de perda ou diminuição de audição e o tão temível zumbido.

A partir dos estudos do médico James Costen, informa Gerson I. Köhler, muitas outras hipóteses tem surgido – associando estudos médicos e odontológicos – para trazer novas explicações sobre a correlação entre o que vem dos ouvidos propriamente e o que vem das ATMs mas que parece repercutir nos ouvidos.

Segundo os autores do artigo científico (1) – ver abaixo – citado no início deste texto, tem surgido inúmeras hipóteses mais modernas para explicar a correlação entre os sintomas auditivos e as alterações craniomandibulares. O que se pode dizer, informam ainda os especialistas da Köhler Ortofacial, é que o predomínio de zumbidos em pacientes portadores de disfunção craniofacial (craniomandibular) é relevante e fica percentualmente acima de 80%, o que é muito significativo.

Explica o especialista Juarez Köhler – pelas pesquisas atualizadas sobre o assunto – que o predomínio de zumbidos em pacientes portadores de disfunção craniofacial costuma – ainda estar associado a questões morfológicas e disfuncionais da oclusão e desoclusão dos dentes e à própria ação excessiva da musculatura que movimenta boca. Sabe-se que quando a oclusão dentária (o encaixa entre os dentes superiores e inferiores) está inadequada (alterada), isto faz com que os côndilos mandibulares articulem foram de suas posições normais, podendo comprimir – ou estirar – principalmente a parte posterior do menisco (disco articular) destas articulações e as sensações de zumbido, tamponamento dos ouvidos e sons articulares podem ser originadas. Não é ainda uma premissa definitivada, mas já se pode afirmar – com base nos estudos científicos otoneurológicos e artrológicos craniomandibulares – que as disfunções craniofaciais costumam apresentar-se – frequentemente – associadas a sintomas otológicos (dos ouvidos, das orelhas internas), necessitando, para sua minimização e/ou eliminação, de acompanhamento e tratamento muitas vezes interdisciplinar (multiprofissional médico-odontológico). Somatossensorialidade craniofacial é a expressão atualmente utilizada para determinar as questões do contexto dentofacial aos sintomas otológicos.

Informam os especialistas Gerson e Juarez Köhler que, se você se enquadra como sofredor dos sinais e sintomas aqui descritos –zumbido, tamponamento nos ouvidos, tonturas e ruídos articulares nas ATMs – você está precisando, com a urgência necessária, de uma avaliação otoneurológica que, a critério destes médicos, pode precisar da complementação avaliatória de um especialista da área de disfuncionalidade craniofacial/temporomandibular.

Então, se você – assim como um percentual significativo da população adulta – tem seu bem-estar alterado por causa destes sintomas , não espere mais, programe uma consulta com um especialista de sua confiança. Sua futura qualidade de vida e seu bem-estar cotidiano vão agradecer, e muito, por esta sua providência.

Fontes:

– Gerson I. Köhler e Juarez Köhler são membros associados à ABOR – Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial, entidade vinculada internacionalmente à WFO – World Federation of Orthodontists, EUA.

1 – Sinais e Sintomas Associados à Otalgia na Disfunção Temporomandibular. Arquivos Internacionais de Otorrinolaringologia, 2007, out/dez

2- Clinical evaluation of tinnitus in patients with sleep bruxism: prevalence and characteristics. J Oral Rehabil. 2005, Nov

3- Tinnitus: Patients do not have to ‘just live with it’. Cleveland Clinical Journal of Medicine. 2011. May

Posted by: kohlerortofacial | October 11, 2016

Ortodontia: cuidados pós-tratamento

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Manter o novo sorriso conquistado com o tratamento corretivo é uma questão de observar corretamente o período de contenção de resultados.

Este artigo é dedicado àqueles que já se submeteram a tratamento corretivo ortodôntico e – principalmente – àqueles que ainda estão sob este tipo de terapia que normaliza a região dentofacial, a oclusão dentária e o sorriso e cria um aspecto renovado de harmonia e beleza facial. Afinal, a boca – que contém os dentes – ocupa mais do que um terço de todo o rosto, daí ser fundamental estar tudo em ordem para proporcionar o melhor aspecto e a mais perfeita harmonia para o rosto como um todo.parte-2-3

O especialista Gerson I. Köhler – docente convidado de pós-graduação da Universidade Federal do Paraná – informa, para quem é leigo em Ortodontia, que é sempre fundamental explicar que os dentes – em suas arcadas – são levados às suas corretas posições graças à plasticidade óssea que está presente não apenas na infância ou adolescência, mas durante toda a vida. Os ossos que sustentam os dentes sofrem mudanças (graças à dinâmica dos osteoclastos e osteoblastos, que são células ósseas) e os dentes se encaminham, gradativamente, sob a suave pressão dos aparelhos, para as posições desejadas e necessárias.

É claro que após a retirada dos aparelhos corretivos fixos, as regiões ósseas neoformadas (que foram induzidas a ser formadas pela ação dos aparelhos) ainda não estão ‘maduras’. Esta maturidade óssea (inclui uma progressiva calcificação) costuma ocorrer durante os anos seguintes ao término do tratamento ortodôntico, razão pela qual, por pelo menos 3 anos, todo paciente tratado em relação ao seu sorriso e sua oclusão dentária, precisa utilizar os chamados ‘aparelhos de contenção’. Eles são passivos e apenas comandam os dentes a permanecerem em suas novas posições após a alta do tratamento ortodôntico (isto é, a retirada dos aparelhos fixos). Este tempo de uso dos ‘aparelhos de contenção’ deve – sempre – ser rigorosamente observado pelo paciente, com utilização normalmente feita à noite, para evitar possíveis e eventuais recidivas (a tentativa de volta dos dentes às suas posições anteriores ao tratamento).

Hands Holding Retainer For Teeth And Tooth Tray

Hands Holding Retainer For Teeth And Tooth Tray

Quando o paciente não utiliza corretamente o(s) seu(s) aparelho(s) de contenção, o risco da recidiva (de ficar com o sorriso novamente comprometido) costuma ser alto. Nestes casos – pacientes que não utilizam os aparelhos de contenção – surgem aquelas tradicionais reclamações de que ‘fiz tratamento e tudo voltou a ser como era antes’.

Convenhamos, isto só ocorre quando o paciente é relapso e não utiliza os seus aparelhos de contenção do novo sorriso, informa Juarez Köhler, da Köhler – Ortodontia e Ortopedia Facial.

Este período – chamado de ‘contenção de resultados obtidos pelo tratamento’ – tem que ser supervisionado periodicamente pelo especialista em Ortodontia. Então, as consultas do periodo de ‘contenção’ devem ser rigorosamente observadas e cumpridas. Claro que elas já não são necessárias a todo mês, como durante o tratamento ativo do sorriso/oclusão dentária com aparelhos. Normalmente, logo após a retirada dos aparelhos fixos, estas consultas ‘de contenção’ costumam ser efetuadas a cada 2 ou 3 meses e – gradativamente – vai sendo espaçado este período entre cada consulta. Nestas consultas, o(s) aparelho(s) de contenção devem ser sempre trazidos pelo paciente, pois exigem uma vistoria clínica para ver se continuam perfeitos e sem deformações. Então, nestas consultas – já no pós-tratamento ortodôntico ativo – o especialista checa a estabilidade posicional dos dentes nas arcadas e destas entre si e – também – a conservação dos aparelhos que permitem esta estabilização dos dentes em suas novas e corretas posições.

Na verdade, informação os especialistas da Köhler Ortofacial, pela dinâmica da movimentação bucal, que é um sistema movido pelas forças musculares, os dentes somente permanecem nas novas posições a que foram levados pelos aparelhos fixos (corretivos) se este sistema (tecnicamente chamado de ‘sistema estomatognático’) estiver corretamente equilibrado e trabalhando em perfeita harmonia. Se isto não ocorrer – e estas questões também são rigorosamente checadas pelo especialista a cada consulta do período de ‘contenção de resultados’– existem possibilidades de que os dentes tentem migrar para suas posições pré-tratamento. Então, além da posição dos dentes são levadas em consideração fatores tais como: a força da mastigação, eventuais ‘apertamentos contumazes de dentes’ e a posição e movimentação da língua na cavidade bucal (a língua é um poderoso músculo e tem a capacidade de alterar os ossos das arcadas devido à plasticidade óssea que sempre existirá em nosso corpo e especialmente nos ossos da boca, que são mandíbula e maxila).

Para Juarez Köhler, outro fator muito importante a ser checado durante todo o período de ‘contenção de resultados ortodônticos’ é a respiração, que deve, sempre, ser corretamente efetuada pelo nariz e nunca pela boca. Esta é a razão – quando existe a conhecida ‘respiração bucal’ – pela qual a Ortodontia está muito interligada com a Otorrinolaringologia, pois o nariz – seja em crianças, adolescentes ou adultos – tem que estar funcionando corretamente. Eventual presença de hábitos nocivos à boca e aos dentes também precisam ser controlados, em crianças e adolescentes eles estão mais presentes do que em adultos. Onicofagia (roer unhas) é um deles e outro é ‘sucção digital’, isto é ‘sugar dedo(s)’, este, claro, mais próprio de crianças.

O professor Gerson Köhler informa que todas estas questões – relativas ao pós-tratamento ortodôntico – já são informadas ao paciente (ou a seus pais, quando crianças e adolescentes) antes mesmo da terapêutica corretiva ortodôntica ser iniciada. Isto, entre muitas outras informações, consta do chamado TCLE – Termo de Consentimento Livre e Esclarecido – que todo paciente (ou seus pais) deve assinar antes de iniciar qualquer tratamento. E os pacientes devem estar sempre cientes de que este Termo de Consentimento é de extrema importância para ambas as partes envolvidas no tratamento ortodôntico: o paciente (e seus pais, se de menor idade) e o profissional especialista.

Concluem os especialistas da Köher que, a questão não é somente efetuar o tratamento ortodôntico corretivo e simplesmente achar que os resultados vão durar – de forma automática – para o resto da vida. Para que isto aconteça – a manutenção dos bons resultados alcançados – é preciso seguir corretamente as regras do chamado ‘período de contenção de resultados ortodônticos’.

Se você desejar saber mais sobre este importante assunto, que procura garantir resultados estéticos e funcionais alcançados pelo tratamento corretivo ortodôntico, fale com seu especialista. Ele estará apto a explicar tudo isto a você, em todos os detalhes que você deve – e precisa – saber para manter seu ‘bonito e funcional sorriso novo’ para o resto de sua vida.

Fontes:

Gerson I. Köhler e Juarez F. W. Köhler, membros especialistas da ABOR – Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial, filiada a World Association of Orthodontists – WFO – USA

kohler010@gmail.com – kohlerorotofacial.wordpress.com

 

– Orthodontic Retention: How Long is Long Enough, Midwestern Dental School, USA

– Rationale For Retention Following Orthodontic Treatment, Journal of Canadian Dental Association, Canada.

Exame panorâmico solicitado por profissionais da odontologia é útil no diagnóstico de síndrome que causa dores cervicais e faciais.Dores na região cervical e na face, com ou sem reflexos nos ouvidos, sensação de corpo estranho na garganta, dor de cabeça e vertigens são alguns dos sintomas da chamada Síndrome de Eagle. Descrita em 1937, pelo otorrinolaringologista Watt W. Eagle, a doença está relacionada com a calcificação do ligamento estilo-hióideo, localizado na base do crânio. Foi descrita como possível geradora de dor contínua na faringe, com piora durante a deglutição, podendo estar associada à otalgia (dor de ouvido) reflexa, aumento da salivação e sensação de corpo estranho na faringe. “A calcificação é um processo de depósito de cálcio em articulações, artérias e outros tecidos, endurecendo-os e causando diversos desconfortos e agravos a saúde”, explica o ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler.

Quando um ligamento está calcificado e é forçado contra estruturas próximas há o desencadeamento de sensações dolorosas. O paciente – no caso da calicificação dos ligamentos estilo-hioídeos – sente dor ao movimentar a cabeça e o pescoço e limita a amplitude dos movimentos. “Os pacientes também se queixam de dores na garganta, dificuldades para falar ou engolir e perturbações visuais. As dores no rosto podem ser confundidas com sintomas de disfuncionalidade temporomandibular (DTM), por isso é fundamental que o profissional faça o diagnóstico correto”, aponta o especialista, integrante da equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial e docente convidado do curso de pós-graduação (Ortodontia e Ortopedia Facial) da Universidade Federal do Paraná desde 1988.

A incidência da Síndrome de Eagle (na qual os ligamentos estilo-hioídeos sofrem progressiva calcificação) é maior em mulheres com mais de 30 anos, principalmente as que estão na quarta década de vida. A patologia pode afetar um (unilateral) ou os dois lados (bilateral) do ligamento. De acordo com estudos científicos, a enfermidade pode afetar entre 4% e 28% da população, sendo, que deste grupo, no máximo 10% apresentam sintomas. “Muitos casos são assintomáticos e os pacientes acabam ficando sem diagnóstico. Além disso, o problema passa despercebido em muitas investigações de dores cranio-cérvico-faciais”, observa.

As causas da síndrome ainda são desconhecidas, mas especialistas apontam que a alteração pode estar relacionada com alterações congênitas pela persistência da cartilagem ou com crescimento ósseo anormal. “O exame físico, com palpação da região, pode dar os primeiros sinais da patologia, mas a suspeita só é confirmada com exames de imagem do rosto em variadas posições, especialmente de perfil”, afirma JuarezKöhler, especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial que também faz parte da equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial.

Juarez comenta que é possível visualizar nas imagens radiográficas ou de tomografias computadorizadas o ligamento com um aspecto alongado, pseudoarticulado ou segmentado em pacientes com a Síndrome de Eagle. “A radiografia panorâmica é considerado um exame simples e eficaz para este tipo de diagnóstico. A tomografia também é essencial e complementa a análise, pois permite a aquisição de imagens em diferentes planos, a reconstrução tridimensional e multiplanar e mostra as estruturas ósseas, os componentes calcificados e as suas relações”, esclarece.

O professor Gerson destaca que a calcificação que ocorre no ligamento pode ser facilmente visualizada nos exames de imagem, porém, os profissionais da saúde, muitas vezes por falta de experiência em seu diagnóstico, podem não se alertar para o problema presente. A radiografia panorâmica é um exame simples, solicitado rotineiramente (entre outros) para a realização de tratamentos ortodônticos e ortopédico-faciais e que pode contribuir de maneira significante para a descoberta da síndrome. Este é um assunto muito interessante e que venho estudando há mais de 20 anos. Em nossa atividade clínica diagnóstica, quando a calcificação está presente nunca passa despercebida e é relacionada aos sintomas apresentados pelo paciente”, acrescenta o especialista, professor convidado da pós-graduação de Odontologia da Universidade Federal do Paraná desde 1988. Adionalmente informa que esta doença (a calcificação dos ligamentos estilo-hioídeos) deve ser – sempre – considerada em pacientes com sintomas de disfagia, odinofagia (deglutição dolorida) , dor facial, otalgia, cefaléia, disfunção de ATM, zumbido e trismo facial.

Gerson Köhler (CRO 3921 – PR)

Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial

Site: http://www.kohlerortofacial.com.br
http://www.kohlerortofacial.wordpress.com

E-mail: kohler010@gmail.com

Fone: 41 3224.4883/3013-0183

Endereço: Rua Comendador Araújo, 143, conj. 42, Centro-Batel, Curitiba/PR.

Posted by: kohlerortofacial | August 17, 2016

Qualidade de vida começa pela respiração correta

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Tratamentos ajudam a eliminar a respiração bucal e a minimizar seus efeitos negativos sobre a saúde.

Respirar é fundamental para a sobrevivência – e isso todo mundo já está cansado de saber. Mas faz alguma diferença para o organismo se a respiração é feita pela boca ou pelo nariz? Segundo o ortodontista e ortopedista facial, Gerson Köhler, integrante da equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial, respirar pela boca é prejudicial à saúde. “Respirar bem, sempre pelo nariz, é fundamental para uma boa saúde. O oxigênio precisa passar pelo nariz, que filtra, aquece, umidifica e pressuriza o ar inspirado, deixando-o na forma adequada para ser recebido pelos pulmões”, explica.

As causas da respiração bucal são variadas e podem envolver alterações no nariz, na faringe e na chamada região dentofacial – que engloba as arcadas dentárias e a posição de todos os dentes. Gerson ressalta que a boca pode ser considerada o andar inferior abaixo do nariz na arquitetura do rosto e tudo o que acontece de forma inadequada no nariz acaba refletindo na sua estrutura. “A respiração bucal é considerada uma síndrome e não uma doença e possui sinais e sintomas característicos”, destaca o profissional, que é professor convidado desde 1988 do curso de pós-graduação em Ortodontia e Ortopedia Facial da UFPR.

Juarez Köhler, outro especialista em ortodontia e ortopedia facial da Köhler Ortofacial, aponta que são inúmeras as consequências da respiração incorreta para o organismo. Alterações ortodônticas e ortopédicas da face, problemas relacionados ao sono, halitose, danos a memória e a concentração, aumento da pressão arterial , dor torácica, doenças cardiovasculares, redução do hormônio do crescimento – inclusive nas pessoas adultas – , resistência à insulina, patologias do labirinto, cefaléias, zumbidos, diminuição da libido, sobrepeso e obesidade constam na lista das consequências.

Outra má notícia é que a respiração incorreta pode acontecer em qualquer idade – desde crianças, adolescentes, adultos e até idosos, prejudicando o desenvolvimento e a qualidade de vida destes indivíduos. “Normalmente a respiração bucal tem início na infância, quando a criança sofre com amígdalas palatinas, adenóide e rinite. As obstruções nasais também ocorrem em adultos, como, por exemplo, o desvio de septo nasal ou de cornetos. Por causa da resistência nasal à passagem do ar, o indivíduo se vê obrigada a respirar pela boca”, acrescenta Juarez.

Quando o ar passa exclusivamente pela boca, ela e a faringe acabam ficando ressecadas. Estes fatores geralmente estão associados a problemas bucais como inflamações na gengiva, periodontite, aumento do número de cáries, faringite e tosse crônica devido à garganta seca. Gerson aponta ainda que o quadro de respiração bucal sempre causa alterações dentofaciais, que promovem complicações nocivas para a saúde do organismo e suas estruturas e para a beleza e a harmonia facial. “É preciso ter muita atenção para a forma como a respiração acontece”, alerta.

Para resolver o problema, quem não respira corretamente deve procurar duas especialidades que atuam em conjunto nas questões que envolvem o nariz e a boca: a otorrinolaringologia e a ortodontia. Juarez evidencia que a interdisciplinaridade existente entre estas áreas da medicina e da odontologia, respectivamente, é imprescindível para o diagnóstico e tratamento da respiração bucal. “Muitas vezes é necessário complementar a avaliação com outras especialidades, como a fonoaudiologia e a alergologia, ramo da medicina que atua especificamente com alergias”, elucida.

Gerson aconselha, principalmente aos pais, a não ignorar a respiração bucal, pois ela está ligada a inúmeras doenças e alterações do crescimento e desenvolvimento craniofacial. “Atualmente existem muitos exames que ajudam no diagnóstico do problema, como os exames por imagem, ressonância nuclear magnética, imagens radiográficas craniofaciais e a cefalometria. Quanto mais precoce for o tratamento, melhores serão os resultados e menores serão as consequências para o organismo e a saúde como um todo e o rosto em especial. Respire corretamente e viva com qualidade”, finaliza.

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